Segurança para todos


Conclusão é de um estudo da UTAD no âmbito de uma tese de mestrado em Arquitetura Paisagista

Falta de passeios e passadeiras e trânsito excessivo são apontados pelos mais novos como os motivos para não se sentirem seguros nas suas deslocações a pé para a escola e de regresso a casa sem a companhia de um adulto.

Esta é uma das principais conclusões do inquérito realizado pela arquitecta paisagista Andreia Ramos, para a sua tese de mestrado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o qual envolveu 191 crianças do 1.º e 2.º Ciclos do agrupamento de escolas de Rio Tinto.

Das crianças entrevistas, apenas 24% se deslocam a pé ou de bicicleta para a escola. As restantes, realizam o caminho em veículos motorizados.

No entanto, quando lhe foi perguntado como gostariam de se deslocar para a escola, oito em cada dez crianças afirmou que gostaria de se deslocar e pé ou de bicicleta,
apontando a falta de passadeiras ou passeios e o excesso de automóveis nas estradas como razão para não se sentirem seguros no trânsito.

Para a autora do estudo é, por isso, necessário voltar a centrar a cidade nos peões e nas crianças, para que estas possam se deslocar em segurança a pé.



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